A palavra repolitica está associada á idéia de se refazer, ou seja, começar tudo de uma outra forma. No caso da politica, o autor da idéia, Francisco Withaker, propõe que os eleitores fiscalizem a Câmara.

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Francisco José Lins Peixoto Contatos: (82)3356-1509 Sugestões: franjolipeixoto@hotmail.com Organizei e toquei violão em um grupo de crianças da igreja católica, juntamente com minha esposa, Clara Maria Dick Peixoto. Ela cantou no grupo e era membro de um grupo de liturgia da Arquidiocese de Maceió. Leio, escrevo e falo inglês, e alemão.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Rua Triunfo - CAPÍTULO III - Processo 1685/02





CAPÍTULO III – O PROCESSO 1685/02






Informe do requerente para ser juntado ao Processo 1685/02, da SMCCU.
À arquiteta Cristina de Araújo Jorge:

            Francisco José Lins Peixoto, residente à Rua Joana Rodrigues da Silva (antiga Rua do Arame), no 120, tel.:356-1509, id. 98.583-SSP/AL, vem discordar de alguns pontos referentes ao parecer do engo Clécio Falcão, no Processo 1685/02, pois prejudica os interesses do povo do Jacintinho, mormente dos proprietários dos imóveis adjacentes ao local onde se encontra o poço da CASAL, instalado de forma irregular:
            a) as casas da rua Triunfo estão desalinhadas, mas não cabe a afirmativa do parecer "...principalmente no seu final...", pois é justamente no final onde a rua é mais larga e mais bonita, prejudicada principalmente pelas construções irregulares, que podem ser corrigidas. Cabe acrescentar que o terminal do ônibus TRIUNFO-MERCADO ainda não pôde ser efetivado devido a essas arbitrariedades. Há ainda o fato desse trecho da rua não está ainda pavimentado, embora já conste dos arquivos da prefeitura como tal, e talvez a sua conclusão esteja desestimulada devido a essas irregularidades. Enfim, cabe à prefeitura apoiar as melhorias e correções ao invés de buscar argumentos para impedir as correções.
            b) A rua Triunfo não termina aí, pois tem uma ladeira quase secular que dá acesso ao vale do Reginaldo, com edificações ao longo desta. Conforme o croquis do engo Clécio Falcão, é flagrante o posicionamento das casas no final da rua com a equivocada "encosta do Reginaldo", pois essa encosta encontra-se atrás de uma das casas de minha propriedade, que é uma grota perpendicular à encosta do Reginaldo.
            c) O parecer do engo  Clécio Falcão refere-se a uma casa de taipa no final da rua, onde o poço da CASAL está na frente. Melhor seria ter escrito que a tal casa se encontra no meio da rua, pois no fim da rua encontra-se uma casa de taipa, de minha propriedade com cerca de 50 anos, enquanto que a outra tem cerca de 30 anos.
            d) Não entendemos a necessidade de se colocar no parecer técnico que o poço é para amenizar o problema da falta d'água..., pois todos entendem que a água é vital e a CASAL tem como projetar o abastecimento sem prejudicar a urbanização do bairro. Por exemplo, a CASAL acaba de perfurar um poço na rua Belém, no mesmo bairro, num terreno adquirido por R$ 6.500,00.
            e) Não cabe a conjectura de que "...a rua, anteriormente, terminasse nessa casa, tendo sido prolongada de forma precária...", repetindo o equívoco com relação à encosta do Reginaldo, pois, na realidade, a encosta do Reginaldo é longitudinal, e não, transversal à rua. Não cabe a hipótese de que a casa que está no meio da rua é tão antiga que a rua teria, possivelmente, se prolongado, de forma precária, sendo portanto essa casa um marco histórico da rua. Ora, o Processo 1313/02, já determinou a demolição dessa casa, após verificar que ela foi erigida de forma irregular. Nesse Processo foi juntado um croquis que engloba todas as casas adjacentes ao poço da CASAL, de um lado da rua, inclusive a última que está atrás do poço, e que consta do croquis do engo Clécio Falcão, e todos esses imóveis estão assentes num terreno devidamente documentado e obtido por usucapião, conforme sentença do Supremo Tribunal, em 1972. Esse terreno pertenceu ao primeiro carteiro do bairro, Ephigênio Peixoto, que já possuía essas benfeitorias desde 1930. Foi quando surgiu essa casa de taipa, no meio da rua, reclamada aos fiscais da prefeitura por esse carteiro, na devida época. Basta indagar no local, entrevistando os moradores mais antigos, que abundam na região.
            Caso as informações acima forem insuficientes, ou não sejam possíveis de ser averiguadas, me coloco à disposição para fornecer maiores detalhes.

                                                           Atenciosamente,
                                                                                              Maceió, 12 de setembro de 2002
                                                                                              __________________________
                                                                                                  Francisco José Lins Peixoto








Paróquia de N. S. das Dores, Jacintinho, Maceió-AL - 21/09/2002

Ao Conselho da Comunidade Santo Antônio:

            Francisco José Lins Peixoto, membro da Pastoral Política e do Ministério da Música Sacra, vem juntar os principais documentos que podem vir a esclarecer o caso da instalação irregular do poço da CASAL na rua Triunfo.

a) PROCESSO 0671/01, de 22/03/2001 - CASAL: consta de uma denúncia exigindo a relocação do poço por estar sendo iniciado no meio da rua. A obra foi paralisada para solução desse problema.
            b) PROCESSO 1106/01, DE 28/03/2001 - SMCCU: consta de uma denúncia da situação irregular do poço, de autoria do CENTRO COMUNITÁRIO SANTO ANTÔNIO, somente conhecida pela Presidente do CENTRO em setembro de 2002.
            c) PROCESSO 1313/02, de 03/07/2002 - SMCCU: a casa de taipa que existe no meio da rua Triunfo, vizinha ao poço da CASAL, ambos irregulares, passa a ser ampliada e construída de tijolos, com fundação em concreto, resultando na denúncia materializada por esse processo.
            d) PROCESSO 1685/02, de 19/08/2002 - SMCCU: houve a necessidade dessa denúncia, pois essa obra serviria para reforçar a outra irregularidade, ou vice-versa.
            e) PROCESSO 2331/02, de 02/09/2002 - CASAL: pede cópia do processo 0671/01, conforme a lei.
            f) PROCESSO 2742/02, de 09/09/2002 - SOMURB: pede cópia do processo 1106/01, que recebeu a denominação de PROCESSO 402/02 ao entrar na SOMURB.
            g) PROCESSO 3688/02, de 09/09/2002 -SMCCU: comunica a existência do processo 402/02 à arquiteta Cristina de Araújo Jorge, Chefe da Diretoria Técnica, com quem se encontra o PROCESSO 1685/02.
            h) O autor pede a juntada de defesa contra o parecer do engo Clécio Falcão, contido no processo 1685/02, conforme cópia anexa, e que é feita, de punho, pela arquiteta Cristina de Araújo Jorge.
i) PROCESSO 2512/02, de 17/09/2002 - CASAL: reclama a negligência desse Órgão em não atender o pedido formulado no processo 2331/02, conforme a lei.
j) PROCESSO 2848/02, de 17/09/2002 - SOMURB: reclama a negligência desse Órgão em não atender o pedido formulado no processo 2742/02, conforme a lei.
Obs.: A lei manda que o Órgão responda ao cidadão no prazo de cinco (5) dias.

Suposições e questionamentos quanto às prováveis intervenções, não-esclarecidas, do prof. Valdir Dias, ex-presidente do CENTRO COMUNITÁRIO SANTO ANTÔNIO.
1) O que contém o PROCESSO 1106/01? Foi o prof. Valdir o autor, em nome do CENTRO?
2) Se foi, porque os outros membros da diretoria não foram informados?
3) Porque o prof. Valdir não informou essa ação ao principal prejudicado, que é o autor desse texto, junto com alguns de seus inquilinos e proprietários de imóveis da rua Triunfo?
4) Porque tomou a iniciativa de instaurar o 1106/02?

                                               Atenciosamente,
                                                                                   Maceió, 21 de setembro de 2002
                                                                      
                                                                       __________________________________
                                                                       Francisco José Lins Peixoto




Associação de Moradores da Rua Triunfo – Prestação de contas

                Os membros da Associação resolveram encaminhar alguns itens iniciais para promover melhorias no convívio entre seus moradores.
                1o) Oficialização da denominação desta artéria.
                2o) Conclusão do restante do calçamento da rua.
                3o) Passagem do ônibus Triunfo-Centro pela Rua Triunfo.
                4o) Mais segurança pública para área.

Prestação de contas

                1o) A necessidade de se formalizar a existência da rua se prende ao fato da negativa por parte da Seção de Topografia da SMCCU em dar continuidade ao pleito formalizado por um morador e pelo Centro Comunitário santo Antônio, em benefício da rua. O teor do despacho foi o seguinte:

                À Coordenadora do CT.

                               Em análise dos processos que carecem levantamentos planimétricos e altimétricos, observamos que há informação passada pela C.I.C. às fls. 06, a Rua Triunfo não é oficialmente reconhecida pelo município de Maceió, não havendo, portanto dados que nos possibilitem emitir quaisquer laudos elucidativos da questão em pauta.
                               Considerando que a presente denúncia não tem como evoluir, sugerimos a juntada aos Processos 1685/02 e 3688/02 para serem arquivados pelo D.C.U.
Em tempo: Os processos acima referidos tratam da mesma carga e pauta.
Em 09/10/2002                               
Josineide A. de Mendonça                         

                Perplexos e estarrecidos nos dirigimos à Câmara de Vereadores de Maceió, onde Sua Exa. O vereador Thomás Beltrão disse que se encarregaria de propor a formalização do nome da Rua Triunfo. Isso ocorreu no dia 15/10/2002. No dia seguinte, 16/10/2002, Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão disse que fez um pronunciamento na Tribuna sobre os ingentes esforços desenvolvidos pela comunidade da Rua Triunfo para melhoria de seu ambiente de moradia e do fato da rua não ser admitida como pertencente ao município de Maceió. Nesse mesmo dia, Sua Exa. nos acompanhou até o Setor de Logradouros, no Anexo da Câmara, onde recebemos ajuda dos seus simpáticos e prestativos funcionários. Ficou combinado que ficaríamos com a incumbência de providenciar a justificativa, em uma lauda, que consubstanciasse o pleito a ser requerido, para ser entregue à Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão. No dia seguinte, 17/10/2002, providenciamos fotografias da Rua Triunfo para poder ilustrar a justificativa. No sábado, dia 19/10/2002, encetamos uma caminhada pela Rua Triunfo para divulgar os acontecimentos, tirar mais fotografias e fazer uma estimativa do número de imóveis presentes nessa rua. No domingo, às 15:00h, dia 20/10/2002, houve uma reunião dos moradores em que a solicitação mais forte foi a de segurança, sobretudo devido ao incidente do dia 18/10/2002, quando 4 rapazes assaltaram um dos estabelecimentos comerciais existente naquele logradouro, e saíram desfechando tiros em direção às residências, ao longo da rua.
                No dia 21/10/2002, pudemos entregar a justificativa, com ilustrações a cores, à Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão, que estava no passeio publico da Rua Barão de Penedo, num ponto próximo ao Anexo da Câmara de Vereadores de Maceió. No dia 22/10/2002, uma terça-feira, comparecemos à Sessão Ordinária da Câmara no afã de ver o nosso projeto ser lido no Expediente, mas isso não ocorreu.
No dia 23/10/2002, uma quarta-feira (Os dias de Sessão Ordinária são todas as terças, quartas e quintas, às 9:00h), estivemos nessa “Casa do Povo” e tivemos um encontro rápido com Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão. Compreendemos então que era época de Campanha Eleitoral visando o 2o Turno das eleições para deputados, senadores, governadores e presidente da República, e nesse caso, só teríamos chance após as eleições.
                No dia 05/11/2002, fomos à Câmara e ao gabinete de Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão, mas sem resultados. No dia seguinte, comparecemos novamente á Câmara e falamos com Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão. Ele nos pediu para procurar o seu assessor, Gino, no gabinete. Dirigimo-nos para lá e este último explicou que amanhã haverá entrada do projeto, pois necessita-se do aval de pelo menos 7 vereadores. No dia 07/11/2002, assistimos à Sessão Ordinária da Câmara, mas o projeto não entrou na pauta do dia. No dia 12/11/2002, comparecemos à Sessão da Câmara, mas esta foi interrompida para homenagear o Presidente do Ministério Público de Alagoas. No dia 13/11/2002, fomos à Sessão da Câmara e recebemos 20 cópias do documento em que Sua Exa. o vereador Thomás Beltrão deu entrada no projeto de lei que oficializa a Rua Triunfo.
                No dia 16/11/2002, fizemos uma divulgação do andamento do projeto junto aos moradores da Rua Triunfo. No dia 19/11/2002, assistimos à Sessão da Câmara. No Expediente dessa Sessão foi lido o projeto de denominação da Rua Triunfo e encaminhado para as Comissões.
                No dia 27/11/2002, fomos à Sessão da Câmara, mas esta não se realizou por falta de quorum. Aproveitamos para conversar com os funcionários da sala das Comissões de Justiça e Educação. No dia 03/12/2002, voltamos à sala das Comissões, no Anexo da Câmara, e fomos informados de que o nosso projeto já tinha sido encaminhado para discussão e votação.
                No dia 10/12/2002, assistimos à Sessão da Câmara e vimos o projeto da Rua Triunfo ser aprovado em 1a votação. No dia 11/12/2002, assistimos à Sessão da Câmara, mas o projeto não entrou em pauta.
                No dia 12/12/2002, comparecemos novamente à Sessão da Câmara e o projeto da Rua Triunfo foi aprovado em 2a votação. No dia 30/12/2002, estivemos na Sessão da Câmara, deslocada para o auditório da Associação Comercial de Maceió, em Jaraguá, onde ocorreu a posse da nova Mesa Diretora da Câmara. Aproveitamos para falar com Suas Exas. os vereadores Cícero Almeida e Gerônimo de Albuquerque sobre o andamento do nosso projeto. Este último chamou a Secretária d Câmara para nos informar. Esta disse que faltava apenas a prefeita sancioná-lo.
                No dia 08/01/2003, passamos no gabinete da prefeita e apanhamos uma cópia da lei que dá denominação oficial à Rua Triunfo. Fornecemos uma cópia, em anexo, desta lei.
Maceió, 09 de janeiro de 2003                 
Moradores da Rua Triunfo                        

Nota: A associação de Moradores da Rua Triunfo é constituída por todos que desejem melhorias para a mesma e procurem atuar nesse sentido, em sintonia com os outros interessados.




Lei que dá denominação oficial à Rua Triunfo:








                O engenheiro da CASAL, José Ferreira de Souza, fazendo a vistoria no local do poço, com a casa clandestina ao fundo da foto, tudo no meio da Rua Triunfo, em grande flagrante de irregularidade. À esquerda, pode-se ver o vereador comunitário, Benício, residente na Rua Triunfo.



                O engenheiro da CASAL, José Ferreira de Souza, inspecionando os esgotos à céu aberto na grota entre as ruas das Jardineiras e Joana Rodrigues da Silva, para fundamentar o seu parecer no que diz respeito ao item 2 da página seguinte. À direita, pode-se ver o vereador comunitário, Benício, residente na Rua Triunfo.

Relatório do Engo  da CASAL, José Ferreira de Souza, em 29/10/02.

 






Sr. Manoel Costa Tenório, Secretário da SMCCU.
Assunto: Esclarecimentos sobre o Processo 1106/01 e solicitação

            Conforme reunião do Conselho da Comunidade Santo Antônio, na tarde do dia 16/11/2002, estando presentes cerca de 19 membros da Comunidade, inclusive o prof. Valdir Dias, que, espontaneamente, colocou o assunto em pauta. Este confirmou ser o autor da formalização do Processo 1106/01, em nome do Centro Comunitário Santo Antônio, explicando que ao perceber que a obra da Casal poderia ser considerada irregular, contactou este Órgão para dirimir as dúvidas. Em seguida, o referido professor declarou que não precisava consultar os outros membros da Diretoria do Centro Comunitário Santo Antônio, nem dar satisfações posteriores, pois estava estatutariamente autorizado, o que foi confirmado pelos demais membros da Diretoria do Centro Comunitário Santo Antônio. Ele explicou ainda que fora chamado pelo Secretário deste Órgão, que colocou a questão nos seguintes termos: "Caso alguém venha reclamar quanto à ilegalidade do poço da Casal, serei obrigado a embargar a obra". O referido professor ainda declarou que, naquele momento, ele argumentou com o Secretário: "O povo precisa de água, o poço terá uma vida útil mais curta do que o tempo que a prefeitura levará para providenciar o restante do calçamento da rua..."
            Cabe aqui levantar algumas questões:
            1) Os moradores desse trecho da rua Triunfo devem ser penalizados, ou seja, tratados de forma diversa de todos os outros moradores das outras artérias da Capital, inclusive deixando de ser iguais perante a lei, quando tem a sua rua impedida de transitar, promovendo outras excrescências, como a citada no Processo 1313/02, dificultando a obtenção dos anseios dos homens de bem daquela área, como sejam: a passagem do ônibus Triunfo-Mercado, o calçamento desse pequeno trecho restante da rua, e mais segurança para a área, que será incrementada após a merecida urbanização do local?
            2) Não seria cabível uma avaliação dos custos/benefícios com relação à economia resultante para a Casal, ao se abstrair da compra ou locação de um terreno adequado para a sua obra, sobretudo pelo baixo custo desses imóveis naquela área, e os inconvenientes, sofrimentos, constrangimentos imputados a essa parte minoritária e desamparada da população? Não se deveria fazer um levantamento de todos os custos decorrentes da instalação daquele poço, para se poder comparar o acréscimo decorrente da compra ou aluguel de um imóvel conveniente com os prejuízos causados diretamente a essa ínfima parcela da população, mas que espelha a insegurança e intranqüilidade para todos os outros habitantes, pelo menos para os que cultivam a esperança de dias melhores?
            Assim solicitamos uma solução para os Processos 1313/02 e 1685/02, que tramitam nesse Órgão, há meses.

Nestes Termos
Pede deferimento

____________________________________
Francisco José Lins Peixoto

Maceió, 18 de novembro de 2002



A planta abaixo foi elaborada pela equipe de topógrafos da Prefeitura de Maceió pela segunda vez, pois na primeira vez o Processo foi extraviado na Secretaria de Serviço Social juntamente com os desenhos.





Cartilha publicada pelo vereador Judson Cabral.


                Na página seguinte, veremos um extrato do conteúdo da cartilha publicada pelo Ver. Judson Cabral sobre o Orçamento Cidadão da Prefeitura de Maceió, que mostra a verba já designada para a conclusão do calçamento da Rua Triunfo. A capa da Cartilha está ilustrada acima.














Rua Triunfo - CAPÍTULO II - A Segurança



CAPÍTULO II – O PROBLEMA DA SEGURANÇA
INFORMAÇÃO TAMBÉM É PODER!

                1) INFORME SOBRE A REUNIÃO DE MORADORES

1.1 No dia 02/07/2001 Houve a 2a reunião entre os moradores da Rua Triunfo e demais interessados com o objetivo de avaliar os resultados da reunião do dia 11/06/2001.
                Compareceram o vereador Thomás Beltrão, o escrivão da DRD, José Carlos, e o Prefeito Comunitário do Jacintinho, Reinaldo Cabral, além de 4 observadores, entre eles moradores da Jatiúca e Vergel do Lago. Estiveram presentes 21 moradores do local.
                Quanto à avaliação sobre a segurança, um morador achou que as viaturas da polícia têm circulado com mais freqüência pela Rua Triunfo, mas sem estacionar um pouco, o que intimidaria mais a ação da marginalidade. O vereador relatou a audiência que teve na TRANSPAL no dia 22/06/2001, junto com uma comissão de moradores para recolocação do segundo ônibus da Linha Triunfo-Mercado, além de promover o trajeto pela Rua Triunfo. O diretor da TRANSPAL achou justas as reivindicações e se mostrou favorável, porém reconheceu a sua subordinação à SMTT, recomendando uma audiência naquele Órgão. O vereador Thomás Beltrão aceitou a incumbência de agendar um encontro entre uma comissão de moradores, ele e a direção da SMTT. O prefeito Reinaldo Cabral fez uma longa exposição de sua na organização social do bairro do Jacintinho, elogiando a disposição de luta dos moradores da Rua Triunfo. Ele informou que há 17 grupos que se reúnem no bairro do Jacintinho com a mesma finalidade e que seria interessante um trabalho conjunto. Diversos moradores se mostraram interessados em conhecer esses grupos. O representante da DRD disse que se poderia utilizar mais a imprensa para denunciar, mas sempre em grupo de moradores e nunca sozinho. Sugeriu também que se identificassem os policiais militares e civis que residem no local e chamá-los a participar das reuniões. O Prefeito Comunitário se retirou logo após a sua intervenção, o que frustrou alguns moradores que queriam lhe dirigir questionamentos. Os moradores continuam achando que se deve instalar um PM-BOX no local, conforme o abaixo-assinado entregue ao Comandante da Policia Militar.
                1.2 Convocam-se todos os interessados para preparação da próxima Reunião Comunitária, que deverá ocorrer ainda no mês de agosto, ou no início de setembro. Essa preparação poderá ocorrer no dia 19/08/2001, às 19;30h, na padaria do José Domingos, na Rua Triunfo, 59, Jacintinho.

                2) INFORME SOBRE A POLÍTICA PARTIDÁRIA

                2.1 O Núcleo do Partido dos Trabalhadores do Jacintinho realizou um debate no Centro Comunitário, aberto a todos os moradores, para avaliação do trabalho parlamentar dos vereadores Judson Cabral e Thomás Beltrão, que constituem a bancada do PT na Câmara Municipal. Foi no dia 16/06/2001, às 19:00h, e esses parlamentares responderam aos questionamentos da população. No dia 14/07/2001, às 19:30h, houve uma reunião desse Núcleo para avaliação do encontro com os vereadores. Estiveram presentes 3 moradores da Rua triunfo, além de outros convidados. Foi debatido o assento Filiação Partidária, ficando acertado para o dia 18/08/2001, no centro Comunitário, às 19:30h, o momento em que o Núcleo providenciará a filiação de todos os moradores que solicitarem, sendo os mesmos encaminhados e esclarecidos sobre as exigências do Partido.
                2.2 Cabe aos outros moradores, envolvidos com outras siglas partidárias, trazer a contribuição dos seus respectivos partidos para melhora da nossa condição social.

                3) INFORME SOBRE AS ATIVIDADES RELIGIOSAS

                3.1 Foi entregue ao Mons. Celso Alípio e ao Pe. Márcio Fabiani (Pároco do Poço), diversos textos sobre a atividade do cristão no mundo, com ênfase no “Mundo da Política”, especialmente com aplicação à comunidade da Rua Triunfo, inclusive com a leitura do nosso convite para a reunião do dia 11/06/2001, no horário da missa do CANAL 5 do dia 10/06/2001. Cabem aos católicos que residem no local, formarem uma comissão para manter entendimentos com o Pe. Manoel José (pároco do Jacintinho).
                3.2 É de suma importância a presença de um Templo da Assembléia de Deus na Rua Joana Rodrigues da Silva, próximo à Rua Triunfo, com vários membros participando dessa atividade comunitária. Devemos formar uma comissão para iniciar entendimentos com o pastor Moab e outros responsáveis para somarmos esforços no sentido da busca de uma solução digna para os nossos problemas.

Maceió, 18/07/2001         
A COMISSÃO ORGANIZADORA


                 O ver. Thomás Beltrão e moradores na reunião sobre Segurança no dia 11/06/01.





Os dois membros da Polícia Militar na mesma reunião do dia 11/06/01.




Mostramos duas fotos da segunda reunião sobre Segurança, ocorrida no mesmo local da primeira, ou seja, em cima da padaria do Sr. Domingos, na Rua Triunfo. Desta vez, no dia 02/07/01.








A seguir, mostramos duas fotos da reunião no Centro Comunitário Santo Antônio, no dia 16/07/01, Com os vereadores Judson Cabral e Thomás Beltrão.


 







Voltamos a fazer outra Reunião sobre Segurança no dia 20/10/02, às 15h, que foi um dia de domingo. Após à Reunião, todos disseram que gostaram e que estão dispostos a ter outra, oportunamente. Mostramos abaixo uma foto dessa reunião, ocorrida na casa 120 da Rua do Arame, e a lista dos moradores da Rua Triunfo que participaram:


Reunião sobre Segurança na Rua do Arame, 120, em 20/10/02.
 


Lista dos participantes:

                1) Manoel
                2) Maria Cícera
                3) Eliúde
                4) Lindinalva
                5) José Florentino
                6) Alexandre
                7) Antônio Isidoro dos Santos
                8) Fernando – Rua Triunfo ,110
                9) Edson – Rua Triunfo, 113
                10) Celestino de Oliveira (Carrapicho) – Rua Triunfo, 119
                11) José Luciano (Massagueira) – Rua Triunfo, 117
                12) Marizon – Rua Triunfo 110
                13) Zilton – Rua Triunfo, 69
                14) Genivaldo Arlindo dos Santos
                15) José Domingos (Dono da Padaria)









quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Rua Triunfo - CAPÍTULO I - Ofício à CASAL




A RUA TRIUNFO É UM TRIUNFO PARA O JACINTINHO

  


INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I – Ofício à CASAL denunciando a irregularidade do Poço na Rua Triunfo.
CAPÍTULO II – O PROBLEMA DA SEGURANÇA
CAPÍTULO III – O PROCESSO 1685/02
CAPÍTULO IV – PROCESSO 611/04
CAPÍTULO V – RECURSO À PROCURADORIA DE JUSTIÇA DE ALAGOAS
CAPÍTULO VI – AVALIAÇÃO FINAL





INTRODUÇÃO – Encontro-me com a dificuldade de explicar melhor o texto que organizei no final do ano de 2005. Deixar um texto claro, objetivo e bem organizado, a ponto de ficar atrativo para o leitor, é o desejo de todo aquele que escreve. Porém é uma tarefa gigantesca e que não depende apenas de dotes artísticos e vontade, mas de muito trabalho e despesas, principalmente quando o texto tem as características de um documentário.
                Fiz a opção de começar mantendo o mesmo conteúdo, corrigindo alguns erros de gramática, subdividindo em capítulos para uma melhor ordem cronológica, e adicionando mais informações junto às citações.
                Esse texto serve para trazer à tona o que realmente ocorre nos subterrâneos da burocracia das repartições públicas. O autor despende muita energia para neutralizar a ferrenha oposição do Aparelho de Estado à consecução de alguns objetivos simples e salutares para o bom convívio urbano.
                O Capítulo I mostra que houve necessidade de se protocolar uma denúncia para que uma empresa estatal soubesse que seus técnicos estavam instalando um poço, com todos os seus acessórios e infra-instrutora, em plena via pública.
                O marco inicial desse percurso está assinalado no início do Capítulo I com a cópia da denúncia protocolada na CASAL.
                O Capítulo II começa com duas reuniões para tratar da Segurança dos moradores nas imediações do local do referido poço da CASAL, com a presença do vereador Thomás Beltrão, comandante da Policia Militar e moradores.
                O capítulo III refere-se ao Processo 1685, de 19/08/02, cujo conteúdo é a denúncia da irregularidade do Poço da CASAL numa instância superior, que é a SMCCU (Secretaria Municipal de Controle e Convívio Urbano). Isso motivou também a descoberta de um processo, que se pode chamar de sósia do Processo 1685, que foi o PROCESSO 1106/01, de 28/03/2001. O Processo 1685 também complementa o Processo 1313/02, de 03/07/02, que foi a denúncia da casa na mesma situação de irregularidade.
                O Capitulo IV trata do Processo 611/04, que pede a volta da passagem dos ônibus da linha Triunfo-Mercado pela Rua Triunfo, e reforça os pedidos e denúncias feitas à CASAL e à SMCCU sobre as obras clandestinas no leito da Rua Triunfo.
                O Capítulo V evidencia a necessidade extrema de se recorrer à Procuradoria Geral da Justiça de Alagoas, no dia 23/09/04, para retirada da casa clandestina no meio da Rua Triunfo. Em seguida vem o Ofício ao Gabinete da prefeita, em 27/10/04, com o mesmo pedido, e chamando a atenção para o extravio do Processo 611/04 na SMTT desde fevereiro de 2004. Esse capítulo trata também do Processo 1143/04, de autoria do Ver. José Márcio, que solicitamos uma cópia em 03/11/04. Esse processo foi protocolado na SMTT em 10/02/04, enquanto que o pedido da comunidade, de igual teor, foi protocolado no Gabinete da prefeita em 16/01/04, através do Processo 611/04. Detalhes dos processos e dos ofícios do Promotor de Justiça Coletiva Especializada de Defesa do Meio Ambiente, Francisco Augusto T. Albuquerque, ao Secretário da SMCCU e ao Diretor da CASAL encontram-se no desenrolar do capítulo.
                Finalmente, comemoramos as primeiras vitórias com um agradecimento coletivo à prefeita e com diversos convites para a novena pública do Natal de 2004.
                Porém a retirada da casa clandestina só foi comemorada na novena do Natal de 2005. Uma das últimas folhas deste impresso, que é o encaminhamento feito pelo Superintendente da SMCCU, Ednaldo Afonso Marques de Mélo, à SOMURB, data de 14/10/05.
                Aproveitamos a Avaliação Final para início do Capítulo VI porque ele ajuda o leitor a encontrar minúcias desse penoso percurso para conseguir os objetivos.








CAPÍTULO I – Ofício à CASAL denunciando a irregularidade do Poço na Rua Triunfo.









                 Na foto acima, de 29/05/01, podemos ver o poço da CASAL ainda sendo perfurado e o engenheiro da CASAL, Wallace Padilha, conversando com o autor.

 


Outros funcionários da CASAL no dia 29/05/01, no mesmo local.